Descrição
Autora: Brígida De Poli
ISBN: 978-85-524-0563-4
Páginas: 72
Ano: 2025
13 x 21 cm
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Entre a menina que viu um filme pela primeira vez e a mulher madura que saiu da sala de exibição décadas depois, algo permaneceu inalterado: a emoção de ver um filme! No escurinho do cinema, ela riu, chorou, sentiu medo, se emocionou e se apaixonou várias vezes…
Depois do catecismo e da descoberta de um mundo de sonhos, de aventuras e lugares desconhecidos, ela aprendeu a entrar na tela tal qual Cecília de A Rosa Púrpura do Cairo para viver a vida imaginada.
“O cinema é a música da luz”, escreveu alguém, “cinema é um fluxo constante de sonho”, filosofou Orson Welles. Para a autora deste livro, cinema é tudo isso e ainda mais. Aqui, ela conta um pouco de sua ligação com essa forma de expressão única e das maiores lições que o cinema lhe ensinou. Não por acaso, escolheu o gênero crônica – que transita entre realidade e ficção – para escrever este livro. Mas, até onde sua memória alcança, ela jura que é tudo verdade.
Depois do catecismo e da descoberta de um mundo de sonhos, de aventuras e lugares desconhecidos, ela aprendeu a entrar na tela tal qual Cecília de A Rosa Púrpura do Cairo para viver a vida imaginada.
“O cinema é a música da luz”, escreveu alguém, “cinema é um fluxo constante de sonho”, filosofou Orson Welles. Para a autora deste livro, cinema é tudo isso e ainda mais. Aqui, ela conta um pouco de sua ligação com essa forma de expressão única e das maiores lições que o cinema lhe ensinou. Não por acaso, escolheu o gênero crônica – que transita entre realidade e ficção – para escrever este livro. Mas, até onde sua memória alcança, ela jura que é tudo verdade.
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Este livro nasceu no projeto “NoLiNo – Novo Livro em Novembro”, do Clube de Criação Literária, com o desafio de escrever um capítulo por dia durante um mês. A autora escolheu contar suas memórias de cinéfila pela forte ligação que tem com a sétima arte desde menina, mas recusa o epíteto de “crítica de cinema”. Nestas páginas, ela pretende homenagear a forma artística que tanto ama, dividindo um pouco da história do cinema com as novas gerações e trazendo a lembrança de outros tempos aos leitores mais velhos. Ela endossa com entusiasmo o adágio do mestre Federico Fellini, um de seus cineastas favoritos: “O cinema é um modo divino de contar a vida!”.
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Brígida De Poli é jornalista, cronista e editora da coluna semanal “Cine & Séries” do Portal Making Of. Autora do livro de crônicas As Mulheres da minha vida (Série Palavra de Mulher, Editora Insular, 2019), possui também microcontos nas coletâneas do coletivo Literatura Mínima. Em 2020, teve seu texto para teatro “A Mulher na Janela” selecionado no projeto “Cenas do Confinamento/Escenas del Confinamiento”, com publicação em e-book junto a autores de vários países de língua espanhola e portuguesa. O mesmo texto foi adaptado em vídeo pelo diretor Marco Antonio Rodrigues, com interpretação de Isabel Craveiro, atriz e diretora do Teatrão de Coimbra, Portugal.


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