Descrição
TEXTOS DE UM DOS LÍDERES FALANSTERIANOS DA UTÓPICA COLÔNIA DO SAÍ (1842-1850), EM SANTA CATARINA
Autor: Michel-Marie Derrion
Tradução: Gleison Vieira
ISBN: 978-85-524-0620-4
Páginas: 228
Peso: 325g
Ano: 2026
15x22cm
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Título original: Constitution de l’industrie et organization pacifique du commerce et du travail ou tentative d’un fabricant de Lyon pour terminer d’une maniére definitive la tourmente sociale.
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“A única tentativa de criar um Falanstério no Brasil ocorreu no extremo norte do estado de Santa Catarina. Essa célebre experiência singular, estudada no mundo inteiro, efetuou-se entre 1841 a 1850, tendo dois núcleos falansterianos: um no Saí (atual Vila da Glória e Itapoá); e outro às margens do Rio Palmital (na planície de uma localidade chamada Baraharas, região do atual município de Garuva). O nosso protagonista, Michel Derrion, que está no centro dessa ópera iluminista encenada nos campos do Palmital e do Saí-Mirim… um sonho!…”
Gleison Vieira
Gleison Vieira
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“Vieira estudou sobre os falanstérios, um tipo de sociedade anarco-
socialista, que também teve suas incursões no Brasil do século XIX, quando o doutor Jules Mure (cuja biografia está detalhada pelo autor), vindo ao Brasil, juntamente com Michel-Marie Derrion.”
Melize Zanoni
socialista, que também teve suas incursões no Brasil do século XIX, quando o doutor Jules Mure (cuja biografia está detalhada pelo autor), vindo ao Brasil, juntamente com Michel-Marie Derrion.”
Melize Zanoni
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“E Derrion, por meio de suas ideias e ações, não falava em clichês; não nos pedia para esperar por um “grande dia” para mudar o mundo, mas para fazê-lo todos os dias, sem nos preocuparmos se esses seriam grandes passos rumo a um futuro brilhante, mas com a sinceridade de suas palavras e de seu coração que me pareceu a ferramenta necessária para rejeitar a violência cega, não apenas a dos Estados-Nação, mas também a das organizações revolucionárias que pouco se importam com os meios para ocupar os corredores do poder.”
Mimmo Pucciarelli
Mimmo Pucciarelli
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“Nesta obra, particularmente, vamos imergir, coração adentro, na alma de um homem – mas não de um homem qualquer. Trata-se da tradução de um opúsculo escrito em língua francesa e publicado em 1835, cujo autor delineia um ensaio sobre economia solidária. O leitor, por sua vez, ao virar cada página, ainda poderá sentir no rosto a brisa soprada pelo ímpeto de liberdade que inundava as ruas da industrial Lyon do século XIX. Mas, quem é o autor desse trabalho? Do que trata seu ensaio? O que ele ainda pode nos dizer com suas palavras? De fato, ele é tão incomum quanto as linhas poéticas aradas a noite por sua pena ao som de canhões. Ele é um sonhador errante, o próprio arquétipo daqueles que aspiram um mundo melhor (…)
Esse personagem incomum de nossa história foi um dos líderes de um grupo de imigrantes franceses que tentou concretizar um sonho: o Falanstério, de Charles Fourier. Trata-se do esboço de uma colônia de trabalhadores que tinha como objetivo criar um espaço autossustentável, baseado no respeito e na cooperação; no desenvolvimento cultural e artístico; no desejo de melhoria física e espiritual; um microcosmo, no qual cada pessoa seria impulsionada pela alegria de viver em um mundo bom, belo e harmonioso” (trechos do Prefácio).
Esse personagem incomum de nossa história foi um dos líderes de um grupo de imigrantes franceses que tentou concretizar um sonho: o Falanstério, de Charles Fourier. Trata-se do esboço de uma colônia de trabalhadores que tinha como objetivo criar um espaço autossustentável, baseado no respeito e na cooperação; no desenvolvimento cultural e artístico; no desejo de melhoria física e espiritual; um microcosmo, no qual cada pessoa seria impulsionada pela alegria de viver em um mundo bom, belo e harmonioso” (trechos do Prefácio).
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GLEISON VIEIRA
Graduado em História pela Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), está em estágio de pós-doutoramento em História junto ao Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC/PUC-SP). Desde 2022, desenvolve um projeto de pesquisa histórica que busca compreender o processo de colonização do norte catarinense pela companhia francesa Paix et Cie, no início do século XX. Esse projeto conta com a parceria de pesquisadores franceses e de associações na Europa. Foi contemplado pelo prêmio estadual Elisabete Anderle (FCC), pela obra Os Carijó: Vozes da Terra (volume 1) sobre a história da nação indígena Carijó, povo originário que habita o litoral sul do Brasil.
Graduado em História pela Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), está em estágio de pós-doutoramento em História junto ao Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC/PUC-SP). Desde 2022, desenvolve um projeto de pesquisa histórica que busca compreender o processo de colonização do norte catarinense pela companhia francesa Paix et Cie, no início do século XX. Esse projeto conta com a parceria de pesquisadores franceses e de associações na Europa. Foi contemplado pelo prêmio estadual Elisabete Anderle (FCC), pela obra Os Carijó: Vozes da Terra (volume 1) sobre a história da nação indígena Carijó, povo originário que habita o litoral sul do Brasil.


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